Nos olhos de Isa a chuva grita e a noite
Eu sei, não te conheço mas existes
Porque escondes a noite no teu ventre?
De onde me chegam estas palavras?
Não vou pôr-te flores de laranjeira no cabelo
De esperas construímos o amor intenso e súbito
Se ao menos soubesses tudo o que eu não disse
Nenhuma morte apagará os beijos
Poema from Joaquim Pessoa (picture on the right)
Painting from Graça Morais

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